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5 inovações tecnológicas que devem ganhar destaque em 2018

CES 2018 reforçou tendências tecnológicas que já se desenhavam em anos anteriores, como a invasão dos assistentes pessoais digitais e os carros autônomos

 

A tecnologia está no DNA de empresas competitivas. Todos os processos de negócios, em algum grau, são ou podem ser influenciados por inovações tecnológicas que são desenvolvidas continuamente e todos os anos se apresentam como novos produtos e serviços.

Este ano, a Consumer Electronics Show (CES) 2018, feira anual que acontece em Las Vegas (EUA), reforçou tendências tecnológicas que já se desenhavam em anos anteriores, como a invasão dos assistentes pessoais digitais e os carros autônomos. Já os hardwares (gadgets) devem manter o protagonismo, com aparelhos de ponta representando o que há de mais futurístico na indústria.

Para as empresas, há soluções que podem ser implementadas hoje, de maneira simples, para melhorar a produtividade em várias áreas. Para as pessoas, as novas soluções indicam mais um passo rumo à consumerização, levando conforto e comodidade a um novo patamar. Conheça algumas inovações tecnológicas que devem ganhar destaque ao longo do ano.

1. Chatbots

O atendimento ao cliente, seja qual for o segmento de atuação da empresa, é algo que consome tempo e esforço. O uso de chatbots — softwares programados para responder a questionamentos previsíveis e apresentar uma solução imediata — é uma alternativa para desafogar o atendimento, aumentar o índice de resolução de problemas e facilitar o trabalho da empresa.

Nas redes sociais, em especial no Facebook, já existem ferramentas para a inclusão de chatbots nas páginas para o contato com os seguidores. Esse instrumento pode ser usado tanto para vendas quanto para o atendimento de demandas dos clientes.

O uso de algoritmos, por sua vez, permitirá que o atendimento se torne cada vez mais semelhante ao de um operador humano, aumentando o impacto no marketing de relacionamento de uma empresa. Esse novo grau de relacionamento entre consumidores e marcas será a tônica dos negócios nos próximos anos.

2. Inteligência artificial

Todos os dispositivos que usamos no cotidiano ficarão mais inteligentes. Não apenas computadores e smartphones, mas também óculos, geladeiras, máquinas de lavar e até potes para guardar alimentos. Com isso, deverão se tornar cada vez mais comuns os assistentes pessoais digitais — como a Alexa, da Amazon, um dos principais destaques da CES 2018.

O Google também tem investido pesado na tendência e lançou recentemente o Google Home Mini que, além do elogiado design, funciona de forma integrada a todos os serviços da companhia. Antes de sair de casa, você pode perguntar ao assistente se a previsão do tempo indica chuva para a sua região ou se o tráfego está lento.

Outras aplicações em inteligência artificial devem se consolidar em 2018 — desde softwares em carros autônomos até soluções para gerenciamento e otimização de processos nas empresas. Em breve, as máquinas serão inclusive capazes de tomar decisões de negócios com base em dados e no aprendizado de máquina (machine learning).

3. Wearables e smarthome

A internet das coisas vai invadir sua casa e, por que não, você. Dispositivos vestíveis (wearables) já não são invenções absurdas para o futuro. Camisas, óculos, relógios e outros itens do vestuário se tornarão mais inteligentes e estarão preparados para atender às mais exigentes demandas de comodidade.

Um dos nichos mais lucrativos será o de vestíveis que ajudam no cuidado com a saúde: monitoramento de batimentos cardíacos, de níveis de colesterol no sangue, e até do sono.

Tecnologias wearable não são destinada apenas a aplicações pessoais. A 3M, que investe aproximadamente US$ 1,8 bilhão por ano em P&D, desenvolve linhas de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) equipadas com a tecnologia. O resultado é uma melhor garantia da segurança e da saúde dos trabalhadores.

Um desses produtos é o respirador 3M Versaflo, um EPI com instrumentos motorizados de pressurização que garante o fornecimento de ar puro por meio de uma traquéia protegendo o trabalhador em ambientes de alto risco químico ou biológico. Uma tag RFID acoplada à vestimenta permite a leitura de todos os dados do equipamento por smartphone, conectando, via internet, a área, o operador e o EPI fornecendo dados importantes para as empresas. Dessa maneira, é possível mitigar o risco de acidentes de trabalho.

Aparelhos do lar, por sua vez, poderão ser controlados de maneira mais simples. Já pensou em ter uma geladeira que avisa, via smartphone, que determinado alimento está próximo da data de validade, além de indicar os nutrientes e quantidade de calorias ali presentes? Isso era novidade em 2015. Este ano, a CES deverá destacar a conectividade entre os diversos aparelhos.

Aparelhos do lar, por sua vez, poderão ser controlados de maneira mais simples. Já pensou em ter uma geladeira que avisa, via smartphone, que determinado alimento está próximo da data de validade, além de indicar os nutrientes e quantidade de calorias ali presentes? Isso era novidade em 2015. Este ano, a CES deverá destacar a conectividade entre os diversos aparelhos.

Espelhos e chuveiros são outros itens da sua casa que também poderão passar por mudanças essenciais movidas pela tecnologia.

4. Automação

Nas indústrias, a automação já é uma realidade há décadas. Nos escritórios, a história é um pouco diferente: o foco em processos e pessoas ampliou seu escopo para tecnologias há alguns anos. Inovações para automação nas empresas, como a Robotic Process Automation (RPA) são capazes de aumentar a produtividade em atividades baseadas em regras e ajudar as empresas a economizarem muito dinheiro.

Em 2018, a automação deverá acompanhar os processos de transformação digital nas empresas — tanto nas grandes quanto nas médias. Micro e pequenas empresas, que lutam para se manterem competitivas no mercado com poucos recursos, podem enxergar nessas tecnologias um diferencial competitivo.

5. Carros autônomos

Sentar-se em um carro dirigido por um software pode não ser a experiência mais tranquilizadora para quem já é acostumado a trafegar no trânsito caótico das grandes cidades. Mas carros autônomos têm sido alvo de grandes investimentos por parte das empresas — a Tesla é que mais se destaca —, tanto montadoras quanto as que oferecem caronas como serviço, a exemplo da Uber.

Para isso se viabilizar, outras tecnologias periféricas deverão ser desenvolvidas — como detecção de objetos, visão de máquina, por exemplo. A Nvidia, fabricante de chips e placas gráficas, anunciou recentemente uma parceria com a Volkswagen e com a Uber para o desenvolvimento de carros autônomos. Com o lançamento da Byton, marca de veículos criada para concorrer com a Tesla, devemos ver uma competitividade acirrada no setor — o que irá levar a soluções cada vez melhores.

 

Fonte: http://www.administradores.com.br

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